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domingo, 20 de agosto de 2017

Leituras de 2017 #15

Aqui está um livro que se lê muitooo rápido!
E misterioso desde o início (ainda pensei que chegasse a acabar de ler o livro e o caso não estaria resolvido). Mas, não foi o que aconteceu!

Apesar disto tudo, o livro não me cativou com a sua história... Mas, isto sou eu que se calhar ando mais exigente. É que este senhor - o autor - é prémio Nobel da Literatura...


Quem quiser ler a sinopse deste livro é só clicar aqui.



sábado, 19 de agosto de 2017

Silêncio! Vamos gravar... Som! Câmara! Acção! #43

Nunca vi o filme original com o John Travolta mas, esta tarde vi uma recriação do filme "Grease Live!".


A história, as roupas, as falas e os actores não fazem deste filme o filme do ano mas, gostei muito de ver.


Confesso que musicais não são o meu tipo de filme preferido. Acho bastante forçado começar uma música no meio de uma conversa qualquer.


Dentro do género de filme passado durante o high school este acaba por ser diferente sem ser original relativamente a todos os outros.

Alguém já viu o original? É bom?

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

A maluca das caixas!

Que eu tenho muitas caixas eu já sabia mas, no outro dia deu-me para fazer umas arrumações e coloquei-as todas juntas e todas juntas a pessoa fica com uma noção mais real! São bués! E quase todas cor-de-rosa. E isto tem uma explicação: acho as caixas perfeitas para arrumação e decoração. Posso colocar coisas desarrumadas nas caixas. Ou posso até colocar as coisas por categorias nas mesmas e para além disso ainda servem para embelezar um espaço. PERFEITO!!!

Este mês, já comprei duas. E são giras, giras, giras!!!




Esta caixa é de um material que parte. Por dentro é preta mas, não é veludo. Comprei-a nos saldos da Viva.



Esta é uma caixa de cartão resistente de uma loja chinesa.

Quem também adere ao método das caixas no que toca à arrumação?

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Há padrões que nos apaixonam!

Penso que foi no Verão passado, que vi este padrão na Parfois. Lembro-me perfeitamente de pensar que era um padrão que dificilmente usaria sem ser no Verão mas, não deixava de ser lindo. Aquilo era só mesmo um argumento para eu não comprar uma mala com aquele padrão.

À umas semanas atràs, estava na fila da Stradivarius quando vi uma senhora com o tal padrão mencionado no parágrafo anterior. E pensei:"Olha que giro, nunca mais vi ninguém a usar uma mala com aquele padrão. O padrão é mesmo lindo!". E acreditam que nesse mesmo dia fui à Parfois e estava lá uma mala com aquele padrão? Não era o mesmo modelo da mala da senhora mas, não deixava de ser aquele padrão que eu nunca mais tinha visto à venda nem ninguém a usar. Aproximei-me da mala e achei-a MARAVILHOSA mas, não era um daqueles MEGA ACHADOS de saldos no que ao preço diz respeito. Pensei que me tinha que controlar... E além disso ainda tinha algumas lojas para ver e lá fui eu... (Mas, confesso que coloquei a mala atràs de outras. Ups! Quem nunca?)

Dei então a volta às outras lojas a que queria ir e decidi que iria voltar à Parfois. E agora se não encontrasse a mala o assunto estava arrumado mas, estava a pensar que ficaria com ela na cabeça. Será que me ia arrepender de não a ter trazido? Espreitei e LÁ ESTAVA ELA. Peguei nela e caixa.


Não é uma mala grande, eu sei. Mas, no Verão privilegiamos modelos mais pequenos, não é verdade?


Dá para levá-la na mão como no ombro.


Na foto anterior, dá para ter uma noção geral.


Nesta última foto, dá para ver o detalhe do pendente que tem e que eu pensei inicialmente retirar mas, que entretanto deixei estar para dar um toque diferente.

Quem também se apaixonou por este padrão?

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Silêncio! Vamos gravar... Som! Câmara! Acção! #42

Depois das minhas férias no MELHOR sítio do Mundo, hoje retomei uma nova etapa na minha vida... E apeteceu-me ir ao cinema. Fui ver o filme «De braços abertos» porque ao ler o resumo percebi que era algo divertido. E foi! Leiam:

«Um proeminente intelectual francês branco e de esquerda – personagem inspirado em Bernard-Henri Lévy – lança um livro sobre como a sociedade deve ser mais aberta e acolher imigrantes e outras culturas sem preconceitos. A debater o livro na televisão, um oponente de direita desafia-o a fazer isso mesmo: acolher outras culturas na sua própria casa. Ele, a mulher (herdeira de uma fortuna e aspirante a artista) e o filho acolhem assim em casa uma família cigana.
O que se segue é uma comédia cheia de confrontos entre as duas culturas, sem muita profundidade quer no tratamento do tema do racismo e da xenofobia, quer nas piadas em si – há até recurso a técnicas antiquadas como "blackface".»

Foi um momento bem passado. Dá para rir porque aquilo é asneira atrás de asneira mas, ao mesmo tempo mostra alguns problemas com que nos debatemos no dia-a-dia em sociedade. Pode dizer-se que «a brincar, a brincar, dizem-se as verdades.».

Acho que sim, vale a pena pelos minutos que passamos no cinema.


E que filme me sugerem para ir ver da próxima vez que for ao cinema?

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Outfit #141

A primeira vez que usei este outfit gostei muito mas, esqueci-me de o fotografar então noutro dia decidi voltar a usá-lo mas, só depois de tirar as fotos é que me apercebi que da primeira vez não tinha usado este chinelos mas, sim umas sandálias douradas que já por aqui mostrei.

E tinha-o conjugado com a minha mala de praia que mostrei aqui. E também não tinha usado estes brincos mas, relativamente aos brincos não sei quais foram os que usei da primeira vez.


Estes calções azuis são iguais aos verdes que estou a usar neste outfit. 


Confesso que foi algo escolhido em cima da hora na altura mas, até gostei de como resultou. Como esta t-shirt tem muitas cores acabava por usá-la sempre com gangas mas, neste dia, olhei para estes calções e como a t-shirt também tem azul claro achei que ligava bem. O que acham?

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Leituras de 2017 #14

Este livro comprei na Feira do Livro de Lisboa este ano como mostrei neste post.

O título não me atraiu. Só o autor que o ano passado me surpreendeu pela positiva com o livro que comprei na Feira. Mas, no dia em que o comprei, este livro estava como «Livro do Dia» e eu peguei nele para ler a sinopse.

E a sinopse que li foi esta:

«Um dia, no campo de concentração de Bergen Belsen, na Alemanha, Luis Sepúlveda encontrou gravada numa pedra uma frase de autor anónimo que dizia: «Eu estive aqui e ninguém contará a minha história.» Essa frase trouxe-lhe à memória toda uma galeria de personagens excecionais que havia conhecido e cujas histórias mereciam ser contadas. 

Assim nasceu o presente livro, As Rosas de Atacama. «Histórias marginais» (aliás o título da edição original espanhola), e também histórias de marginais, os relatos que compõem esta obra têm todos os ingredientes a que Luis Sepúlveda habituou os seus leitores: a defesa da vida e da dignidade humana, a luta pela justiça, o elogio dos valores ecológicos, o exotismo como afirmação de que os sonhos são os mesmos em todos os lugares da Terra. Como em todos os livros de Sepúlveda, também neste a realidade supera a ficção.»

Sabem o que me convenceu na sinopse? Falar num campo de concentração na Alemanha. Mas, infelizmente o livro não foi por aí... Cada capítulo deste livro tem uma história diferente. Cada história versa sobre uma personagem diferente. Pelo que percebi, cada personagem corresponde a alguém que o Luís Sepúlveda conheceu durante a sua vida.


Concluindo, o livro lê-se bem mas, não agarra o leitor porque cada história é pequena. Mas, dá perfeitamente para ler este livro em paralelo com outro uma vez que não temos que nos lembrar do que já lemos. Dos 4 livros que já li deste autor este é o meu 3º preferido.

Quem aí já leu Luís Sepúlveda? E quais me aconselham para ler a seguir? Deste autor, de momento, não tenho nenhum livro para ler.